sexta-feira, 30 de julho de 2010

Desinteressado, eu?


“Mas, pela graça de Deus, sou o que sou; e a sua graça, que me foi concedida, não se tornou vã; antes, trabalhei muito mais do que todos eles; todavia, não eu, mas a graça de Deus comigo”. 1 Coríntios 15.10

O apóstolo Paulo não estava de maneira alguma desprezando os outros apóstolos, pelo contrário, ele disse no v. 9: eu sou o menor dos apóstolos, que mesmo não sou digno de ser chamado apóstolo, pois persegui a igreja de Deus”. Ele estava defendendo o seu chamado e mostrando que era firme e interessado pelas coisas de Deus. Por isso a Graça de Deus sobre ele não foi vã, ele deu muitos frutos.

O amor de Paulo pela obra de Deus fica evidente noutros textos como este que declara como um grito de guerra: Tudo faço por causa do evangelho, com o fim de me tornar cooperador com ele” (1 Coríntios 9.23).  E também sabemos que sua filosofia de vida era “viver para Cristo e se morresse era lucro”. Em Colossenses 3. 1 e 2  ele orienta a igreja buscar e pensar nas coisas de Deus. “Portanto, se fostes ressuscitados juntamente com Cristo, buscai as coisas lá do alto, onde Cristo vive, assentado à direita de Deus. Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra”.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Fechadura nova em porta velha


Hoje pela manhã troquei a fechadura da porta de minha cozinha e vou dizer uma coisa: “Deu trabalho! Mesmo se tratando de algo tão simples”. A minha casa tem cerca de 30 anos e tem muitas coisas nela que ainda é original e uma das coisas é esta porta. Comprei a fechadura nova, no entanto quando fui trocar percebi que não se encaixava bem e que os parafusos também não serviram, tive que usar a fechadura nova numa porta velha e parafusos velhos, pois eles deram certo. Arrumei, mas sem fazer gambiarras.

Isso me fez pensar em algumas coisas que são tidas por alguns como “velhas” e “ultrapassadas” e que simplesmente são desprezadas e muitas vezes jogadas no lixo. Só que nem tudo que é antigo é necessariamente inútil, descartável e desatualizado se observarmos os produtos de hoje em dia, boa parte deles são bem mais frágeis e duram bem menos e são menos eficientes do que os mais antigos, exatamente porque foram feitos para durarem menos. Novidade não significa qualidade.

A Bíblia, por exemplo, é antiga, mas como dizem: “ela é o jornal de ontem, de hoje e o de amanhã”. Mesmo contendo histórias antigas, ela é atual e contemporânea, aplicável, prática e coerente (a Bíblia explica a própria Bíblia), podemos aprender e encontrar nela, respostas sobre quaisquer assuntos que imaginarmos. Nela encontramos princípios eternos, bons e verdadeiros. Contém bases bem fundamentadas e comprovadas tanto no universo da fé, quanto na história e cientificamente falando.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Meditação... hum?


Hoje pela manhã, assisti uma reportagem a respeito de meditação. Uma mestra indiana que veio ao Brasil para ensinar como meditar. Ela disse: “Você deve dizer para você mesmo, eu sou amado, eu sou a paz, eu sou a luz, eu sou o amor, eu sou bom, eu... eu... eu... e por aí vai...” Assim, na medida em que a pessoa vai encontrando a si mesmo, ela encontra quem realmente é, e a meditação leva a pessoa ao “nirvana” espiritual, que seria a limpeza total da mente.  

Diz ela que os pensamentos negativos roubam a nossa energia, ocupam a nossa mente de tal forma que não conseguimos olhar para nós mesmo e mudar a situação tanto interiormente quanto exteriormente e assim passamos por crises e tensões.

A reportagem mostrou também que empresários do Brasil todo têm buscado este meio para conseguir equilíbrio, paz, felicidade para o mundo dos negócios e para o mundo pessoal. O lema é: “Você pode mudar o que está em volta, mudando a si mesmo”. Utilizando-se dos 4 passos para a meditação. Ela disse que meditar não é só relaxamento é criar um ambiente de paz a partir de nós mesmo. Eis os 4 passos:

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Uma carta de amor


Minha mãe foi ao Paraná (Campo Mourão – cidade que amo de montão rss), a umas 3 semanas atrás, ela foi visitar meu avô que não anda muito bem de saúde e os meus familiares que moram por lá. A minha tia Ester, me enviou uma cartinha muito carinhosa e que na simplicidade de suas palavras expressaram um dos melhores conselhos que eu poderia ter ganhado, ela expressou como deveria agir sendo pastor. Gostei tanto que resolvi compartilhar com vocês, digitarei exatamente nas palavras dela:

O bom pastor

“Eu sou o bom pastor, o bom pastor dá a sua vida pelas suas ovelhas”.(João 10.11)

O pastor tendo cem ovelhinhas, mas uma só lhe fez falta. O bom pastor tem o dever de zelar do rebanho do Senhor, ele nunca deve desprezar a mais simples que seja. Porque Jesus ensina a cuidar e não ferir e nem desprezar. Uma ovelha fez falta para o pastor. Quanto mais uma alma para Deus.

O bom pastor cuida até da lã da ovelha, tirando os espinhos, aparando, lavando e cuidando das feridas, levando em lugar seguro e tendo pastos verdejantes, por isso o rebanho cresce e se multiplica. Se a repreende é porque ama, mesmo se por ventura vier cair no abismo ele a resgata, e assim é mais uma com vida. Mesmo que ele venha possuir milhares, ele cuida de todas, por isso os salvos são semelhantes a areia da praia e a areia do mar. O bom pastor chama suas ovelhas e elas o ouvem e entendem, porque elas conhecem a sua voz.

sábado, 17 de julho de 2010

A bem-aventurança do perdão IV

 
8 Instruir-te-ei e te ensinarei o caminho que deves seguir; e, sob as minhas vistas, te darei conselho.  9 Não sejais como o cavalo ou a mula, sem entendimento, os quais com freios e cabrestos são dominados; de outra sorte não te obedecem”.  Salmo 32.8-9

Chegamos ao fim da série acerca do Salmo 32 e eis aqui um maravilhoso diálogo que estimula as nossas vidas. Alguns pensam que Davi fala aos adoradores no v. 8, que Davi deseja ensiná-los, no entanto parece-me claro que é Deus quem fala. Ele quer instruir Davi, é o Emanuel, o “DEUS CONOSCO” guiando-nos e mostrando os passos que devemos ou não seguir.

Davi no v. 9, dirigindo-se aos adoradores com ele, usa uma analogia interessante para a obediência, ele diz: “Que sejam sensíveis (nós adoradores) e não como cavalo ou mula que obedecem apenas por freios e cabrestos”. Guiem-se por Deus e não por cabresto, por amor e não obrigação, por temor e verdade e não por aparência e fingimento.

Quero compartilhar um texto que li tempos atrás e achei maravilhoso, foi escrito pelo Pr Israel Belo de Azevedo (Pr da Igreja Batista Itacuruça – RJ):

quarta-feira, 14 de julho de 2010

A bem-aventurança do perdão III


6 Sendo assim, todo homem piedoso te fará súplicas em tempo de poder encontrar-te. Com efeito, quando transbordarem muitas águas, não o atingirão.  7 Tu és o meu esconderijo; tu me preservas da tribulação e me cercas de alegres cantos de livramento”. Salmo 32.6-7

Enquanto Davi não confessou seus pecados, teve dor e sofrimento, mas depois que os  confessou, Deus o perdoou e ele se alegrou por isso.  O perdão faz bem porque alivia as tensões físicas, emocionais e espirituais, porque há um acerto no relacionamento com Deus. A comunhão com Deus trás satisfação, paz e alegria.

Eu gostei da forma que a Bíblia NTLH traduziu os versos acima: 6 Por isso, nos momentos de angústia, todos os que são fiéis a ti devem orar. Assim, quando as grandes ondas de sofrimento vierem, não chegarão até eles. 7 Tu és o meu esconderijo; tu me livras da aflição. Eu canto bem alto a tua salvação, pois me tens protegido”.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

A bem-aventurança do perdão II


3 Enquanto calei os meus pecados, envelheceram os meus ossos pelos meus constantes gemidos todo o dia.  4 Porque a tua mão pesava dia e noite sobre mim, e o meu vigor se tornou em sequidão de estio.  5 Confessei-te o meu pecado e a minha iniqüidade não mais ocultei. Disse: confessarei ao SENHOR as minhas transgressões; e tu perdoaste a iniqüidade do meu pecado”.  Salmo 32.3-5

Relembrando: É importante ter em mente a idéia principal do salmo 32: A benção de receber o perdão, a alegria de ser perdoado. A bem-aventurança do perdão.  

Davi agora faz uma mudança radical, ele fala do passado (v.3-5), relata em qual situação fica um filho de Deus após o pecado consumado. Gosto muito desta definição: “O PECADO sempre nos leva além de onde pensávamos ir, nos mantém mais tempo do que pensávamos ficar e nos custa mais do que pensávamos Pagar”.