quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Santificação IV

(Paz em Cristo)

“Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize”. João 14.27


Continuando a conhecer alguns aspectos práticos da santificação, agora, este texto, será tratado o terceiro fruto do Espírito Santo (encontrado em Gl 5.22-23), a Paz. Qual o conceito de paz vivida pelo mundo? Como pregam a paz? Qual a forma que ela se apresenta? Como vivenciam a Paz? Será que é possível ter a paz se não for em Cristo?

Percebo que o mundo tem um conceito de paz totalmente invertido ao que a Bíblia ensina. De que adianta as pessoas se vestirem de branco e botarem no rosto um sorriso amarelo e diz que estão manifestando à favor da paz. A paz não é um estado de espírito, de que adianta externar algo que não vive e conhece se por dentro há uma grande e interminável guerra.

A paz não é o que se encontra no mundo. Pergunto: Que paz é essa que se arma para guerra? Onde está o fim da destruição? A ansiedade quer vencer o desespero do coração. O egoísmo e a maldade desejam camuflar o real sentimento que habita nos corações. A passeata é bonita e mobiliza, porém é hipócrita, pois os corações estão cheios de ódio e falta de perdão. O nome da paz foi declarado na cruz. O nome da paz é Jesus. Ouço a voz que diz: “Minha paz vos dou”. Ouvindo esta voz tudo vai mudar...

Somente Jesus Cristo é capaz de dar Paz ao coração. E o cristão tem a oportunidade de mostrar ao mundo esta Paz. Ontem à noite fui atender uma pessoa, ela estava com dúvidas a respeito das coisas que acontecem no mundo, sobre as atrocidades que o ser humano é capaz de cometer. A grande questão dela era: Porque Deus permite essas coisas? Porque eu não sinto paz? Porque eu vivo com medo e insegura?

Amados, quando Deus nos dá oportunidades como esta, devemos aproveitá-las e com Amor e Alegria falar da Paz que habita em nossos corações. Falar da verdade que conhecemos. Falar do incrível amor e da mudança que houve em nossas vidas por causa desta Paz, vinda do Mestre Jesus. A fonte da Paz. O príncipe da PAZ. No final da conversa ela me disse: “Obrigado, não vou mais ter medo, agora eu sei de onde vem a Paz verdadeira e como eu posso tê-la”. Aleluia! Que ela tenha entendido a mensagem.
Também o cristão deve viver em paz e não apenas tê-la interiormente. O cristão deve levar a paz onde há guerra. O cristão deve contribuir para com a harmonia com as pessoas que os cercam, mesmo tendo diferenças e tendo temperamentos diferentes. Ele não deve olhar para as circunstâncias, ele deve deixar que a PAZ de Deus transborde o coração de tal maneira que o que está em guerra perceba a diferença do cristão, seja pela palavra branda, um olhar de amor, quem sabe um abraço sincero, ou até mesmo um pedido de perdão, quem sabe andando a segunda milha, oferecendo a outra face, amando incondicionalmente. Bom, eu sei que fácil não é, mas sei que assim devo agir para honra e glória do meu mestre. JESUS.

Anunciemos a Paz, anunciemos JESUS. E principalmente que todos nós vivamos a Paz de Deus, se não... o mundo continuará buscando paz noutros lugares e noutras coisas que jamais terão. Este é o nosso desafio!

No amor de Cristo,

Paulo Berberth



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Eu gosto muito desta música, depois ouça ela.
O nome da paz – Banda Resgate


segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Santificação III

(A Alegria – Marca do Cristão)


“Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas tenho-vos chamado de amigos, porque tudo quanto ouvi do meu Pai vos tenho dado a conhecer” João 15.15

Jesus não fez esta afirmação para qualquer um, mas aos seus discípulos. Homens que estavam andando com Ele por mais de três anos. Homens que haviam deixado tudo para segui-lo. Homens que haviam se dedicado a obedecê-lo e a servi-lo.

Conosco não é diferente, pois ao dedicarmos as nossas vidas a Cristo entregamos cada aspecto ao seu controle e senhorio. Descobrimos que nossa relação tem uma diferença muito grande daquela que se esperava entre senhor e servo. A nossa relação já começou diferente, pois fomos comprados por alto preço e ainda quando não merecíamos.

Se Cristo agora é o Senhor e nós somos servos, então Ele dá as ordens e nós devemos obedecer. Isso não mudou e não mudará – embora algumas teologias por aí, querem decretar e declarar o que Jesus deve ou não fazer. Quando um servo qualquer realiza uma tarefa, ele o faz porque é obrigado pela sua condição de escravo. Nós, porém, quando recebemos de Cristo uma ordem, devemos cumprir com ALEGRIA, porque nos dedicamos a servi-lo por amor. Não somos servos apenas, somos amigos e isso deve ser motivo de Alegria para todo cristão.


Cumprir a vontade do meu mestre me dá acesso ao Seu coração, pois Ele deseja ser meu amigo. Isso é demais! Eu não merecia nada, a não ser a condenação pelos meus pecados, e Ele me resgatou das trevas, trouxe-me para a Sua maravilhosa Luz, livrou-me da opressão de satanás, libertou-me do poder do pecado e encheu-me com Seu Espírito Santo e deu-me a ALEGRIA verdadeira e genuína que trouxe sentido para o meu viver. Mesmo sendo infiel e muitas vezes pecando, mesmo assim, Ele ainda deseja ser meu amigo.

Uma das coisas mais tristes é ver um cristão sem Alegria, lembro-me de uma situação em que um incrédulo veio conversar comigo e disse que estava aconselhando um cristão, porque vivia cabisbaixo e triste pelos cantos. Palavras de um incrédulo: “Eu, ser cristão como fulano? Nem pensar! Vejo que o cristão tem motivos de sobra para Sorrir e se alegrar, é só olhar nos olhos de um e veremos que tem Alegria”. Aquilo muito me chamou a atenção, um não crente ensinando um crente que ele tem motivos de sobra para sorrir e se alegrar.

Amados, fomos chamados para resplandecer a ALEGRIA do Senhor às pessoas que nos cercam. Somos amigos do mestre, e não do “Tião da esquina”. Somos Embaixadores do Rei, Sirvamos a Ele, portanto, com alegria e amor. Que possamos refletir em todo tempo a Alegria da salvação em nossas vidas. E se nos abatermos, que possamos nos lembrar de textos como esses abaixo:

“Alegrai-vos no Senhor, outra vez digo: Alegrai-vos!” (Filipenses 4.4)



“O Choro pode durar uma noite toda, mas a Alegria vem do Senhor (Salmo 30.5b)



"Acheguemo-nos, portanto, confiadamente, junto ao trono da graça, a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça para socorro em ocasião oportuna". Hebreus 4.16

Oração:
"Que este fruto do Espírito Santo, a ALEGRIA, seja evidente em nossas vidas em Nome de Jesus Cristo. Amém!"

No amor de Cristo,

Paulo Berberth

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Santificação II

(O amor de Deus)

“Nós amamos porque Ele nos amou primeiro” (1João 4.19)


Deus nos amou e não nos salvou porque não tinha mais nada de útil para fazer, mas porque, além de ser para a Glória de Si mesmo, Ele tem um propósito específico para cada um de nós. No entanto, nosso caráter deve ser transformado e moldado para que este propósito possa se cumprir em nossas vidas e assim realizar plenamente toda expressão do amor de Deus por nós e também para refletirmos este amor ao mundo.

Ao estudar a Bíblia, podemos perceber um comportamento recorrente: todos os que foram tocados por Deus no AT, ou por Cristo no NT, tiveram a mesma atitude de oferecer as suas vidas e se colocar em atitude de submissão a Deus. No caso de Cristo, todos queriam segui-lo e ir onde ele fosse para servi-lo. (Veja o exemplo do endemoninhado gadareno em Marcos 5.1-20). Essa atitude vinha da compreensão que o povo tinha a respeito de Deus: que Deus é Santo. O povo sabia que quando Deus se manifestava o que era impuro seria exterminado e o pecador era morto. Mas quando aquele que era tocado por Deus permanecia vivo, sabiam que Deus tinha um propósito para ele. (Veja o exemplo de Isaías – Is 6.1-13).

Quando Deus toca as nossas vidas e se revela a nós através de Cristo, oferece-nos a salvação através da fé em Jesus, mas as coisas não terminam aí. O apóstolo Paulo nos diz que antes éramos escravos do pecado e que Jesus “nos libertou do império das trevas e nos transportou para o reino do Filho do seu amor” (1 Colossenses 1.13). Deixamos de pertencer à ditadura do pecado e à tirania de satanás. Tornamo-nos cidadãos do Reino de Deus, onde a lei é a da liberdade e motivação para realizar a vontade do soberano deste novo reino não é a opressão e o medo, mas o amor.

Agora conhecemos o Amor, porque Deus nos mostrou quem é o Amor e nos deu exemplos de como refletir este Amor e isso faz parte do processo de santificação do cristão. Nossa santificação não é uma obrigação ou um peso. Ela é a resposta de um coração agradecido pela liberdade. É uma resposta de amor ao amor daquele que nos amou primeiro: Deus.

Oração:
“Pai, obrigado pelo sacrifício de Teu Filho que me libertou da escravidão do pecado e me deu a liberdade do Teu amor. Senhor ensina-me a amar, sou como um vaso e Tu és o oleiro, quebra minha vida, transforma e usa oh Pai. Em nome de Jesus. Amém”.

No amor de Cristo,

Paulo Berberth



segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Santificação I

(Vontade de Deus)


A partir deste texto, estudaremos os aspectos práticos da santificação. Pensando nisso, sabemos que todo cristão é cristão, porque crê em Jesus Cristo como Salvador, Senhor e Deus, se Jesus é Salvador, Senhor e Deus, qual a vontade Dele para a vida do cristão?


“Pois esta é a vontade de Deus: a vossa santificação...” 1 Tessalonicenses 4.3a


Partiremos do princípio que somos santos por causa da salvação que temos pela graça de Deus e mediante a fé na obra salvífica realizada por Jesus Cristo na Cruz. Agora, andar em santidade e ser santo não significa ser esquisito e chato, nem obedecer a um monte de regrinhas. Faça isso! Não Faça isso! Não, não é isso! Fomos salvos para a Glória de Deus, para glorificar a Deus com nossas vidas, seja em atitudes, palavras ou pensamentos. E a santificação é a vontade de Deus para as nossas vidas, se é a vontade de Deus para as nossas vidas, é “boa, perfeita e agradável” (Rm12.2)


O SIGNIFICADO DA PALAVA SANTIFICAÇÃO


Santificação tem a idéia de separação. O Sábado foi separado (Gn 2.3); O Templo (Ex 29.44); Arão e seus filhos foram separados para o serviço do Senhor (Ex 29.44); O povo de Israel (Ex 33.16); E a Igreja (1Pe 2.9). Santificação é a separação por Deus para Deus. Ou seja, o cristão foi separado por Deus para viver para Ele.


“Já estou Crucificado com Cristo. Portanto, não sou mais eu quem vive, mas é Cristo quem vive em mim. E essa vida que vivo agora no corpo, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e se entregou por mim”. (Gálatas 2.20)


Santificação implica em semelhanças. Com toda a certeza você já deve ter sido comparado com alguém de sua família, pois somos semelhantes aos nossos familiares, seja fisicamente e até mesmo temos o mesmo temperamento. Como já foi falado no texto anterior, quando aceitamos a Jesus Cristo nos tornamos filhos de Deus – Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que crêem no seu nome” (João 1.12).


Se somos filhos de Deus temos que mostrar a semelhança do Pai, mostrar características Dele – “Amados, agora, somos filhos de Deus, e ainda não se manifestou o que haveremos de ser. Sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele, porque haveremos de vê-lo como ele é... Filhinhos, não vos deixeis enganar por ninguém; aquele que pratica a justiça é justo, assim como ele é justo”. (1João 3.2 e 7).


Deus é Santo, se Deus (meu Pai) é santo, eu também tenho que ser Santo, eu tenho que viver em santidade – “Como filhos da obediência, não vos amoldeis às paixões que tínheis anteriormente na vossa ignorância; pelo contrário, segundo é santo aquele que vos chamou, tornai-vos santos também vós mesmos em todo o vosso procedimento, porque escrito está: Sede santos, porque eu sou santo”. (1Pe 1.14-16).


Para refletir:

  •  Você tem demonstrado aos outros que pertence à família de Deus?

  • Qual é a imagem que as pessoas estão vendo através de sua vida da família de Deus?



Que possamos viver em santidade, fomos separados e somos semelhantes ao Pai, portanto, demonstremos isso. Em nome de Jesus. Amém.


No amor de Cristo,


Paulo Berberth


sábado, 16 de janeiro de 2010

Santificação – Conhecendo os Conceitos


“...até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, à perfeita varonilidade, à medida da estatura da plenitude de Cristo” (Efésios 4.13).

Pensei em escrever uma série de textos mostrando os Aspectos Práticos da Santificação. Mas primeiro temos que entender alguns conceitos, como o de Salvação, Regeneração, Justificação e Santificação. De forma prática, vamos entender como ocorre cada um destes atos de Deus na vida dos cristãos.


A salvação de que falam as Escrituras é dada por Deus pela sua graça, mediante a fé em Jesus Cristo, não é por obras para que os homens não se gloriem (Ef 2 8-9). O homem não salva a si mesmo, como pretendem as religiões não-cristãs. É o caso do slogan Kardecista “sem caridade não há salvação”, que já peca por um motivo: a salvação pretendida não é a bíblica. E caso a salvação pretendida fosse revelada nas Escrituras também pecaria pelo meio de alcançá-la. A Salvação conforme as Escrituras “significa a redenção do homem na inteireza de seu ser”. Redenção, numa imagem atualizada, “é a libertação do cativeiro mediante o pagamento do resgate, no qual a vítima se encontrava sob o poder do seqüestrador”. E mais: salvação é um dom gratuito que Deus oferece a todos os homens e que compreende a regeneração, a justificação, santificação e a glorificação.


A Salvação dada por Jesus nos faz novas criaturas.
“E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas”. (2Coríntios 5.17)

 A Salvação dada por Jesus nos torna filhos e filhas de Deus.
“O próprio Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus”. (Romanos 8.16)


A Salvação dada por Jesus nos Regenera.

A Regeneração é um ato secreto de Deus pelo qual ele nos concede nova vida espiritual. Isso é chamado por Jesus de “nascer de novo”, na linguagem de João 3.3-8 no diálogo com Nicodemos.
“...Em verdade, em verdade te digo que, se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus”.(João 3.3)


A Salvação dada por Jesus nos justifica.

A Justificação acontece quando o homem pecador crê que Jesus Cristo é o Senhor e o aceita pela fé como único Salvador. A base da justificação é Jesus Cristo através da sua obra na cruz e não o homem. Por isso afirma o apóstolo Paulo:
 “Concluímos, pois, que o homem é justificado pela fé, independentemente das obras da lei” (Romanos 3.28).
“Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo” (Romanos 5.1).


A Salvação dada por Jesus nos santifica.

“Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de ternos afetos de misericórdia, de bondade, de humildade, de mansidão, de longanimidade”. (Colossenses 3.12)


É necessário destacar algumas diferenças básicas entre a Justificação e a Santificação, veja a tabela abaixo:


De certa forma, todos que foram Salvos, foram regenerados e justificados por Cristo e são Santos como a Bíblia declara acerca dos crentes em Jesus Cristo (Conf.: Romanos 1.7; 15.26; 16.15; Efésios 1.1; 4.12; Filipenses 4.22; Colossences 1.2). Embora denominados santos, os crentes são chamados à santificação (Conf.: 2 Coríntios 7.1; 1Pedro 1.15-16; Hebreus 12.14; 1Tessalonicenses 4.3-7), como a tabela acima indica, a santificação é um processo que acontece por toda a vida cristã.

“...até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, à perfeita varonilidade, à medida da estatura da plenitude de Cristo” (Efésios 4.13).


Nesta série de estudos, o objetivo é mostrar como acontece o processo de santificação, pois o curso normal da vida do cristão envolve contínuo crescimento na santificação, e essa é uma questão para qual o Novo Testamento nos encoraja a dar atenção e por ela demonstrar zelo. O Cristão é salvo para dar frutos (João 15.16). E no decorrer de sua vida demonstrar tal crescimento e maturidade através dos frutos do Espírito Santo. Galátas 5.22-25
 “22 Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, 23 mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei. 24 E os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e concupiscências. 25 Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito”.

Acompanhe os próximos textos.

No amor de Cristo,

Paulo Berberth


quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Pensou, está no coração!



“Guarda com toda a diligencia teu coração, porque dele procedem às fontes da vida”
Outra versão: “Tenha cuidado com o que você pensa, pois sua vida é dirigida pelos pensamentos” (NTLH) Provérbios 4.23

Jesus nos ensinou uma valiosa lição quando reinterpretou a lei de Moisés, Ele usava as expressões: “Ouvistes que foi dito aos antigos... Eu porém vos digo...”. No evangelho de Mateus aparecem 8 vezes. Por exemplo, a lei proibia matar: “Não matarás” (Ex 20.13). Jesus, porem disse: “... todo aquele que se encolerizar (irar) contra seu irmão, será réu de juízo; e quem lhe disser: Tolo, será réu do fogo do inferno.” (Mt 5.22). A Lei dizia: “Não Adulterarás” (Ex 20.14). Jesus, porém, disse: “...qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura, no coração, já adulterou com ela”. (Mt 5.28). E assim seguem os outros exemplos.


Se a lei mosaica proibia o assassinato, Jesus proibiu o ódio. É o ódio que produz o assassinato. Se a lei proibia o adultério, Jesus proibiu a intenção impura (desejar). Pois é o desejo que produz o adultério. O Senhor Jesus não proibiu apenas o ato, foi mais fundo, foi às intenções. E onde estão as intenções? No coração, é claro! Sua exortação é uma exigência para a pureza moral do coração. É o pensamento que gera o ato. “A boca fala do que o coração está cheio”. (Mt 12.34)

Posso não matar uma pessoa, com receio das conseqüências, com medo da reputação, com medo de perder a minha liberdade, mas se odeio tal pessoa com todas as minhas forças, pergunto: Que virtude houve? Nenhuma! Neste caso, posso não ter feito o mal literalmente falando (matar) simplesmente por medo e não por amor ao bem e ao que é correto diante de Deus. Neste caso, seria assassino? Sim sou!

O apóstolo João entendeu perfeitamente isso ele escreveu: “Aquele que odeia seu irmão é assassino” 1Jo 3.15a. Pergunto outra vez: Que virtude houve? Não mato fisicamente, mato a pessoa em meu coração. Meus pensamentos determinam minhas ações. Encha-se de lixo e tudo que produzirá será... Lixo!

“Semeias um pensamento, colhes um ato.
Semeias um ato, colhes um hábito.
Semeias um hábito, colhes um caráter.
Semeias um caráter, colhes um destino”.

Guardemos nossos corações e o examinemos diante de Deus com sinceridade, não permitamos que o orgulho tente camuflar nosso verdadeiro pensamento, até porque Deus nos conhece perfeitamente. Pensemos naquilo que pensamos, assim pensaremos no que realmente estamos pensando. Pense nos teus pensamentos, pense no que está dentro do coração, examine a sua vida, seu padrão de julgamento alheio, avalie seu amor ao próximo. Quer uma dica? Leia....

“Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento”. (Filipenses 4.8)

No amor de Cristo,


Paulo Berberth

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Voltar? Não! Prosseguir Sempre!



“61 Então, voltando-se o Senhor, fixou os olhos em Pedro, e Pedro se lembrou da palavra do Senhor, como lhe dissera: Hoje, três vezes me negarás, antes de cantar o galo. 62 Então, Pedro, saindo dali, chorou amargamente”. Lucas 22.61-62


Pedro, um dos mais admiráveis apóstolos, foi no meu entender, aquele que mais demonstrou as contradições da natureza humana durante o tempo que passou ao lado de Jesus. Um homem que chamou Jesus de o Filho do Deus Vivo (Mateus 16.16). Cortou a orelha de um soldado para defender o Mestre (João 18.10). E dizia que morreria com ele se preciso fosse (Lucas 22.33). Agora estava fragilizado, arrasado, arrependido por ter negado o Filho de Deus. Aquele olhar de Jesus foi profundo, pois não tocou apenas a memória de Pedro, tocou seu coração. Eu imagino quanta dor que Pedro deve ter sentido ao ser observado por Jesus naquele momento. Provavelmente Pedro pensou: “Está tudo acabado, sou um miserável, um hipócrita, voltarei ao mar, à minha vida de pescador como antes e vou carregar para sempre este erro comigo”.

Mas Jesus tinha um plano. Dias depois, lhe reaparece ressuscitado (João 21.15-17), não para perdoar, porque isso já havia feito, mas para ensinar ao próprio Pedro que ele deveria se perdoar também e que Jesus não o escolhera a toa. Três vezes Pedro negou Jesus e três vezes Jesus, nesta aparição, lhe perguntou: “Pedro tu me amas? Cuida, apascenta minhas ovelhas”. Envergonhado por Jesus ter perguntado três vezes, lhe respondeu: “Sim, Tu sabes todas as coisas e sabes que te amo”. Pedro liberou perdão para si próprio, pois ele entendera que não foi para abandonar tudo e voltar ao passado que Jesus o escolhera, mas para se levantar e continuar a missão que Jesus o designou, que era a de ser pescador de homens e apascentar as suas ovelhas.


Conosco não é diferente, saiba que o inimigo nos coloca em algumas situações onde o seu maior desejo é que nós desistamos de seguir a Cristo e de fazer a obra pela qual fomos chamados a fazer, você acha que ele, o nosso inimigo, fica alegre quando com ousadia defendemos o evangelho de Jesus como Pedro fazia? Não, ele não fica alegre, por isso devemos ser ousados e dar muitos frutos, anunciar o evangelho, ser “pescadores de homens”, para a honra e Glória de Jesus Cristo, nosso Senhor e Salvador. Pedro sabia o que estava dizendo quando escreveu em sua 1ª carta: “Sede sóbrios e vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar”. (1 Pedro5.8) – Portanto, estejamos alertas, atentos, firmes e sóbrios. O Apóstolo Paulo disse: “aquele que está em pé cuide para que não caia” (1Co 10.12).

Oração:
“Senhor nos ajude a sermos firmes, constantes e sempre abundantes na tua obra e nos teus maravilhosos caminhos. Que possamos ser cristãos fiéis, leais, dedicados, consagrados e santos, separados para servir ao Senhor com alegria e perseverança, peço isso a começar por mim, que não sou nada sem o Senhor. Amém.”

No amor de Cristo,

Paulo Berberth

sábado, 9 de janeiro de 2010

Sabedoria das Lagartixas




“Há quatro coisas na terra que são pequenas, mas extremamente sábias... e as lagartixas, que qualquer um pode pegar com a mão, mas podem ser encontradas até nos palácios”. Provérbios 30.24 e 28

Dos quatro amimais a lagartixa foi de longe, o exemplo mais difícil de se entender e explicar. É um bixinho que nem se defende, não tem nenhum esquema de auto-defesa perigoso, não tem espinhos, nem veneno, nem força para reagir, nem muita velocidade para fugir. No máximo, elas largam um pedaço da calda para fugir dos perigos. Chega a ser hilário, não é?


O Texto afirma: “qualquer um pode pegar com a mão”. Mas este bichinho pequenino pode ser encontrado nas piores e nas melhores casas e você gostando ou não delas, uma coisa é fato – não conseguimos mantê-la fora. Como se não bastasse, sabemos que se alimentam de insetos como os pernilongos e mosquitos, o que significa que estes estão nestas casas também. Lugar nenhum é seguro o bastante para elas não poderem entrar. Isso me ensina uma lição muito importante: “não precisamos de grandes poderes para termos grandes resultados”.

Eu fico tonto vendo pessoas que não se contentam com o que Deus lhe deu e querem mais, sempre mais. Imitam outros por inveja, querem competir por vaidade, querem a qualquer custo que todos vejam que é melhor (mesmo que não seja), querem coisas que não precisam, tem aqueles ainda que querem sinais e milagres, querem algo para ver, principalmente se for algo “novo”, querem revelações e profecias, o foco fica no “EU” e não em DEUS. Só não querem uma coisa, aquilo que Deus quer.

Todos nós temos uma capacidade que muitas vezes não usamos, porém mais cedo ou mais tarde pode aparecer. Assim como as lagartixas, não temos força ou velocidade como os maiores, mas podemos penetrar nos lugares mais secretos, se Deus nos levar através do Espírito Santo. Nós podemos ser instrumentos de Deus na vida das pessoas e isso ao meu modo de ver, já é um milagre e tanto. É um privilégio ser usado por Deus.

Amados, sejamos sábios com o que Deus nos deu e talvez (eu disse talvez) Ele nos dê algo a mais. Porque toda boa dádiva e dom perfeito vêm Dele e com certeza nos deixará equipados de acordo com o que Ele acha suficiente e necessário para atingirmos o propósito Dele. É fato consumado de que não precisamos de “super-poderes”, precisamos sim do caráter que cristo aprova e de uma vida de intimidade com o Senhor. E tal como as lagartixas estaremos sendo vistos nos lugares menos esperados, conquistando simpatias e sendo relevantes. Seja em palácios e castelos ou em barracos caindo aos pedaços. Não importa! Em todos os lugares há vidas para abençoar e este é o propósito de termos sido resgatados por Cristo – Anunciar o Teu Evangelho para honra e glória do nome Santo de Jesus.

Oração
“Pai, eu não estar preso por minhas limitações pessoais, quero ser Teu instrumento e a Teu critério desejo ser relevante, quebra minha vida, molda e usa. Em nome de Jesus. Amém!”

No amor de Cristo,

Paulo Berberth

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Sabedoria dos Gafanhotos



“Há quatro coisas na terra que são pequenas, mas extremamente sábias... Os gafanhotos, que não tem rei, mas avançam em bandos”. Provérbios 30.24 e 27

A formiga é um exemplo de grupo organizado, mas elas têm hierarquia. Já os gafanhotos – pelo menos ao que sabia nos dias de Salomão, quando este texto deve ter sido escrito – nem rei têm, portanto são desprovidos de hierarquia. O povo daquela época conhecia os gafanhotos de perto, como ameaça destruidora e fatal para suas plantações, porque eles chegavam aos milhares ou milhões, em bandos e devastavam a plantação. Pequeno, fraco, sem grandes habilidades – mas unidos.


Olhando para este exemplo inspiro-me a dizer que: somo mais quando o “nós” age do que quando o “eu” age. Sempre podemos mais, aprendemos mais, sabemos mais, conseguimos mais, fazemos mais, agüentamos mais – nunca o “eu” supera o “nós”. E mesmo que para isso não haja alguém necessariamente investido de autoridade, dentro de uma hierarquia, como um rei. Porém em nosso caso, temos um Rei, Jesus Cristo é o nosso Rei. Somos Teu exercito e um exercito não é constituído de apenas um soldado, é constituído por tropas, batalhões de soldados.

Não se isole. Os gafanhotos jamais fazem isso, porque eles sabem que unidos são mais fortes e eficientes. Isso me faz lembrar de que a vida cristã não é apenas o culto aos domingos, nem as reuniões da igreja. Também não é apenas orar todos os dias e ler a Bíblia o tempo todo. Muito menos ser batizado ou membro de uma igreja. Essas coisas são ótimas e necessárias, no entanto a vida Cristã é ter nascido de novo, é não viver mais para o “eu”, é viver em comunhão com Deus e com os irmãos da igreja é viver em constante novidade de vida sendo dirigido pela vontade de Deus.


Para quem entende e vive isso com firmeza, somar forças não é difícil, mas evidentemente exige um grau de comprometimento compatível. Podemos ser mais unidos do que os gafanhotos, até porque eles causam destruição e nós edificação, sem falar que temos o Espírito Santo e isso faz toda a diferença.

Queridos, que o “nós” esteja mais em evidencia do que o “eu”. Que “nós” sejamos no mínimo tão sábio quanto um gafanhoto. Juntemo-nos as nossas forças. Tenhamos o mesmo pensar, o mesmo objetivo o mesmo alvo. Ganhar vidas para Cristo. E aí, você está dentro?

Oração:
“Pai querido, quero ser parte importante do Teu projeto neste mundo, quero ser tolerante com as pessoas e ajudá-las a se fortalecerem e quero cooperar para que o Teu Reino cresça. Em nome de Jesus. Amém”

No Amor de Cristo,

Paulo Berberth

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Sabedoria dos Coelhos



“Há quatro coisas na terra que são pequenas, mas extremamente sábias... Os coelhos, que também não são fortes, mas fazem suas casas nas pedras”. Provérbios 30.24 e 26

A formiga foi um bom exemplo de sabedoria, união em grupo e perseverança (v.25), estes coelhos são exemplo de prudência. Não são animais realmente poderosos (mata-se coelho com a mão de tão frágil), no entanto têm a prudência de se abrigar nas pedras sólidas – lugar seguro, pois estarão protegidos.

Ser frágil não é necessariamente um defeito, até porque é uma das características que todos nós temos, uns mais outros menos, mas todos nós temos. Como seres humanos somos frágeis no aspecto psicológico, emocional e espiritual. Claro que de uma forma acaba atingindo a questão física, de saúde, motivacional, financeira etc. Se formos prudentes e sábios como os coelhos, nada disso será problema para termos uma vida bem-aventurada.


Temos o privilégio de nos abrigarmos na Rocha, na Pedra de esquina, na fortaleza. Se até os coelhos sabem que nas pedras é melhor lugar para se abrigarem e Deus os usa de exemplo de sabedoria, sigamos a recomendação do Pai e sejamos também prudentes e sábios. Vamos nos abrigar na Rocha. Jesus Cristo é a Rocha, o lugar seguro na hora da angústia, é a nossa fortaleza e nosso protetor. Ele tem nos proporcionado abrigo e cuidado de forma acima do que precisamos, sem falar que nem merecemos.

Seja prudente e confie no Senhor Jesus para tomar conta de todas as coisas, que nem são suas, são dEle como a sua vida. Confie nEle para cuidar da sua saúde, do seu emprego, de suas emoções, confie nEle os teus planos e sonhos, metas e alvos – confie nEle e deixe com Ele. É o desafio de não se preocupar por estar abrigado na Rocha. Você deve agir com responsabilidade, mas confiar que Ele fará a parte dEle. Afinal de contas, se somos frágeis como os coelhos é a única alternativa segura. Melhor para nós, não é verdade? Até porque Ele merece mais confiança que as pedras. Você se abrigado em Jesus Cristo?

Oração
"Senhor, eu quero viver abrigado debaixo do Teu cuidado, do Teu poder e do Teu amor. Obrigado, pois sei que até aqui o Senhor cuidou de minha vida e de minha família e continuará cuidando, porque és Fiel. Amém”.

No amor de Cristo,

Paulo Berberth

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Sabedoria das formigas


“24 Há quatro coisas na terra que são pequenas, mas extremamente sábias; 25 as formigas são um povo sem força, mas no verão preparam seu alimento”. Provérbios 30.24-25


As formigas são professoras e tanto: aos nossos olhos, não são grandes, nem fortes, nem muito belas, nem criativas. Mas a verdade é que elas são fantásticas! Carregam pesos dezenas de vezes maiores que o seu próprio peso, andam centenas de metros sem derrubar uma carga. Tem as “formigas pote de mel” criam obreiras especiais, cuja única função é armazenar comida nos seus próprios corpos para o resto do grupo, ficando geralmente imóveis, com grandes abdomens cheios de comida (resíduos açucarados). No geral, elas nunca desistem nem se rebelam, pois são perseverantes e submissas, vivem e pensam sempre em comunidade... ufa!!!

Ao olhar para exemplos como este, que não é único (escreverei sobre outros), vemos que sempre podemos fazer mais do que fazemos. “Quem faz o mínimo não colhe resultados”. Temos de ir além, superar os limites. E na vida cristã não é diferente – apenas ser salvo é pouco, se pensarmos na real dimensão da missão que recebemos do nosso Deus, somos “embaixadores do Rei” (2Co 5.20), pensa? Somos representantes do Rei dos reis e nosso alvo é refletirmos a imagem de Jesus Cristo as pessoas.


Não estamos neste mundo para darmos o mínimo, mas para almejar e batalhar pelo máximo, o máximo por uma vida de santidade, o máximo por um caráter irrepreensível, o máximo pela perfeição, mesmo que não seja possível, a meta precisa ser muito acima do mínimo – Deus espera isso de nós, não necessariamente a quantidade, mas sim a qualidade e o esforço pessoal para atingirmos o nosso máximo, já ouviram a expressão: “O que vale é a intenção do coração”, pois bem, acredito que Deus olha isso. Gosto do pensamento do apóstolo Paulo, ele disse:

1 Coríntios 9.23 “Tudo faço por causa do evangelho, com o fim de me tornar cooperador com ele”.



Filipenses 3.12-14 “12 Não que eu o tenha já recebido ou tenha já obtido a perfeição; mas prossigo para conquistar aquilo para o que também fui conquistado por Cristo Jesus. 13 Irmãos, quanto a mim, não julgo havê-lo alcançado; mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, 14 prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus”




Quando olhamos para as formigas fazendo cada uma a sua parte, nos inspiramos ainda para ver que a igreja local é um projeto mais que viável, porque eu (a formiguinha) posso sozinho muito pouco, isso eu sei! Mas sei que contribuo para o todo com meus esforços. Trata-se do o conceito de corpo, de unidade, de comunidade, de somar esforços. Ao aprender com as formigas a acumular comida no verão, sou ensinado a ser prudente, poupar, administrar meus bens, contribuir para a comunidade dar o melhor de si mesmo, mesmo sendo fraco, mesmo achando que não posso muito sozinho. As formigas podem ter uma vida que aparenta ser pobre ou medíocre para alguns, mas Deus as cita como exemplo de sabedoria, coisa que de mim não se diz.

Nosso desafio queridos, é o de: Mesmo sendo pequeninos como as formigas, sermos encontrados sábios diante de Deus. Dê o seu melhor, Jesus merece somente o melhor.

Oração:
“Pai eu quero ter a Tua sabedoria, quero ser sábio diante de Ti e diante dos homens quero ser exemplo de quem se dedica ao máximo, eu sei que não sou, mas peço-te, ensina-me Senhor, ensina-me a viver como tu queres que eu viva. Que eu seja como uma formiga, aparência fraca e pequena, porém sábia".

No amor de Cristo,

Paulo Berberth

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

FELIZ 2010



E ae pessoal, mais um ano se passou e muitas coisas o Senhor fez por nós, não é verdade? Claro que todas foram boas, pois Sua vontade é "boa, perfeita e agradável". Mesmo que aos nossos olhos aparentemente sejam ruins, “... sabemos que todas as coisas cooperam para o nosso bem”. Então EU desejo um Feliz 2010!

"...esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo ..." Filipenses 3.13b - 14a

Faça assim: Esqueça de 2009, ele já acabou! Fixe seus olhos em 2010. Comece a orar e louvar a Deus por tudo que Ele tem preparado para este novo ano, até porque não sabemos, mas Deus tem muitas coisas preparadas para nós. O único motivo pelo qual Deus nos faz olhar para o passado é para “aprender” seja com os acertos ou com os erros, tire as lições necessárias, aprimore os acertos e corrija os erros para que 2010 seja ainda melhor.

• Não lastime o que não foi feito, o ano novo reserva tempo para fazê-lo.
• Não se entristeça com o que não foi dito, o ano novo tem tempo para dizê-lo.
• Não se limite pelo que não soube, o ano novo tem tempo para colocar em prática tudo que aprendeu até aqui.

Um detalhe: Só não perca tempo! Assim como 2009 passou, 2010 também passará e se você tiver a mesma sensação que eu, passará mais rápido que todos os anos anteriores.

Então, tome a mesma decisão do apóstolo Paulo e...
• Deixe para trás o passado concentrando-se em obedecer a Deus no que você já sabe que tem de obedecer e não fique esperando descobrir alguma "grande revelação" que nunca chegará.
• Deixe para trás o passado e concentre-se em amar os que estão à sua volta agora.
• Deixe para trás o passado e dedique-se a servir aos seus irmãos com humildade verdadeira sem fingimento.
• Deixe para trás o passado e decida-se a ser tudo o que Deus TE fez para ser e não perder tempo tentando ser o que você acha que os outros desejam que você seja.
• Deixe o passado para trás e seja benção na vida de todos que o cercam.
• Deixe 2009 para trás, o alvo agora é ser à imagem de Cristo em 2010.

Fazer a diferença em cada segundinho de 2010 e enquanto eu viver, este é o meu compromisso, qual o teu?


Feliz ano novo!

Que o Nosso Deus, Senhor e Salvador Jesus Cristo continue a nos abençoar, porque até aqui ele tem cuidado de nós. Amém!

No amor em Cristo

Paulo Berberth