quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Todus nózes erramus


9 Que se conclui? Temos nós qualquer vantagem? Não, de forma nenhuma; pois já temos demonstrado que todos, tanto judeus como gregos, estão debaixo do pecado; 10 como está escrito: Não há justo, nenhum sequer,  11 não há quem entenda, não há quem busque a Deus;  12 todos se extraviaram, à uma se fizeram inúteis; não há quem faça o bem, não há nem um sequer”. (Romanos 3.9-12)

Todos os homens estão debaixo do pecado, todos são falhos, são pecadores. Quem nunca ouviu aquele velho ditado: “errar é humano”. Nós erramos em várias situações e de várias maneiras, muitas vezes erramos sem querer, outras vezes erramos por falta de atenção, imaturidade, por imprudência, falta de sabedoria e de discernimento das coisas. E ainda podemos errar conscientes do erro, querendo errar mesmo, “dando murro em pontas de faca”. Somos avisados e aconselhados ao contrário e mesmo assim agimos com teimosia e quebramos a cara. Independente do erro e da pessoa, “todus nózes erramus”.

A questão é: E depois, como encaramos o erro?

Refletiremos nas situações: Assim como eu erro, alguém pode errar comigo. Um erro pode atingir uma pessoa ou ainda várias pessoas. Sabemos que para cada decisão que tomamos há um resultado, logo teremos uma conseqüência e esta por sua vez pode ser “grave” ou “leve”, mas ela sempre vai existir. Por isso temos que tomar cuidado e nos policiar.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Vaso ruim também quebra


Ele tinha trinta e dois anos quando começou a reinar e reinou oito anos em Jerusalém. Morreu sem deixar saudades; sepultaram-no na Cidade de Davi, porém não nos sepulcros dos reis”. (2 Crônicas 21.20)

Que lástima! Uma das coisas mais gostosas é ser querido e ser bem lembrado. O texto acima está se referindo a Jeorão, filho de Josafá (é essencial a leitura do cap 21 inteiro). A Bíblia diz que ele fez o que era mau diante do Senhor (v.6), matou seus irmãos (v.2), construiu altares e levou os habitantes à prostituição (v.11), tudo isso porque ele abandonou o Senhor (v.10). O profeta Elias manda um aviso e seu final foi realmente muito lastimável, morreu por conta de uma doença terrível (v19). E morreu sem deixar saudades e não teve glória nenhuma de rei (v.20).

Eu fiquei pensando nessa expressão: Morreu sem deixar saudades. E gostaria de fazer uma breve reflexão, quando eu morrer...

þ  Que lembranças deixarei?
þ  Que Marcas ficarão?
þ  Como serei lembrado?
þ  Será que farei falta para alguém?
þ  Sentirão saudades?

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Orar, mas com Fé


1 Disse-lhes Jesus uma parábola sobre o dever de orar sempre e nunca desanimar: 2 Havia em certa cidade um juiz que não temia a Deus, nem respeitava homem algum. 3 Havia também, naquela mesma cidade, uma viúva que vinha ter com ele, dizendo: Julga a minha causa contra o meu adversário. 4 Ele, por algum tempo, não a quis atender; mas, depois, disse consigo: Bem que eu não temo a Deus, nem respeito a homem algum; 5 todavia, como esta viúva me importuna, julgarei a sua causa, para não suceder que, por fim, venha a molestar-me. 6 Então, disse o Senhor: Considerai no que diz este juiz iníquo. 7 Não fará Deus justiça aos seus escolhidos, que a ele clamam dia e noite, embora pareça demorado em defendê-los? 8 Digo-vos que, depressa, lhes fará justiça. Contudo, quando vier o Filho do Homem, achará, porventura, fé na terra?” (Lucas 18.1-8).

Jesus sempre usava as parábolas para ensinar alguma lição preciosa e esta parábola diz que havia um juiz que não temia a Deus, ele era iníquo, injusto (v. 2). Havia uma viúva que insistia para que ele julgasse a sua causa, todavia por um tempo ele não quis julgar (v. 3 – 4). Então depois resolveu julgar pelo fato da viúva ficar insistindo, a Bíblia diz que “ela o importunava”, só que ele julga o caso para que não passasse por importunações, julgou a causa de má vontade (v. 5). Jesus chama a atenção para a atitude deste juiz (v. 6). E faz uma comparação do juiz com Deus: “por um acaso Deus não fará justiça aos seus escolhidos, mesmo que pareça demorado em responde-lhes?” (v. 7). Mas afinal, qual o assunto desta parábola?

A Oração.  O v. 1 diz: Disse-lhes Jesus uma parábola sobre o dever de orar sempre e nunca desanimar”. A lição é que Deus sempre ouve as nossas orações, mesmo que a nosso ver possa demorar, Ele nos ouve (v. 7) – só que Ele não faz como o juiz iníquo, que faz de má vontade e para se livrar de um “problema”, da insistência da viúva, (v. 5).

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Amigo de Deus

13 Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a própria vida em favor dos seus amigos. 14 Vós sois meus amigos, se fazeis o que eu vos mando. 15 Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho dado a conhecer”  (João 15.13-15).

Este texto é magnífico! E quando pensamos em amigos, logo nos vem à mente vários tipos de amigos: Tem aqueles que marcaram no passado e marcam ainda hoje nossas vidas, são mais chegados e nos amam tanto que até parece um irmão (Pv.17.17). Tem aqueles que passaram rapidamente, mas que fez história e nos restaram apenas ótimas lembranças. E tem aqueles que não gostamos de lembrar muito, pois de alguma forma ou em algum momento nos decepcionou e nos feriu.

Enfim...  amigos podemos ter vários ou até mesmo alguns, tem gente que não tem nenhum. No entanto quero falar de um amigo especial e pessoal, talvez seja teu amigo também. Quero falar de JESUS CRISTO, o meu grande Amigo. E olhando para as tuas palavras podemos perceber que:

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Exerça a sua cidadania



De sorte que somos embaixadores em nome de Cristo, como se Deus exortasse por nosso intermédio. Em nome de Cristo, pois, rogamos que vos reconcilieis com Deus” (2 Coríntios 5.20)

Época de eleições, sempre a mesma ladainha, sinceramente eu já perdi as contas de quantos e-mails recebi falando de candidatos satanistas e de projetos de lei que podem prejudicar a IGREJA de CRISTO e outras babozeiras. Estou cansado de ver propaganda política e sempre ouvir os mesmos “blá, blá, blá...”, não quero influenciar ninguém, mas eu sempre anulo o meu voto (uma posição minha). Não confio nos governantes, seja ele quem for. A questão que me vem à mente é: Que cidadania devo exercer?

A de Sumaré? Cidade onde moro? A de São Paulo? O meu estado. Quem sabe do meu país, Brasil? Sim... talvez tenha mesmo, dentro daquilo que a Palavra de Deus orienta fazer, porém a cidadania que me está proposta é muito mais importante do que Sumaré, São Paulo e até mesmo do meu amado país, o Brasil.  Eu  me cansei de hipocrisias políticas, não gosto de politicagem e tenho nojo quando isso acontece em nossas igrejas, especialmente por quem deveria dar exemplo.

A minha maior preocupação não são os satanistas, maçons e sei lá o que pode ter mais em Brasília (porque a única coisa que não tem lá é praia o resto...). A minha preocupação é o descaso da Igreja por sua real missão no mundo, que é fazer discípulos de Jesus Cristo. O meu papel é exercer a cidadania da qual faço parte, não sou daqui, sou cidadão dos céus e quero contribuir para o crescimento deste Reino do qual faço parte, o Reino de Jesus Cristo e o que temos feito?

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Como você é visto? III



[Uma pessoa Amada e Exemplar]

Finalmente vamos ao personagem principal da 3ª carta escrita por João, “Gaio”. Afinal, quem era Gaio segundo a ótica do apóstolo João? (1-8)

1 – João via Gaio como alguém querido e amado, v.1-2
1 O presbítero ao amado Gaio, a quem eu amo na verdade.  2 Amado, acima de tudo, faço votos por tua prosperidade e saúde, assim como é próspera a tua alma”

  • Gaio era querido por João, v. 1
  • João deseja seu bem, v. 2
Não há nada melhor do que ser amado e ser bem quisto e também ter pessoas torcendo por nós, para que tenhamos sucesso em nossa vida. Refletindo a respeito disso: Será que Somos queridos pelas pessoas? Será que as pessoas nos desejam bem? E nós, amamos as pessoas e desejamos o bem delas? Será que essas questões são importantes, ou será que fazemos pouco caso disso? Como alguns dizem: “Não estou nem aí para o que digam ou pensem a meu respeito”. É correto este pensamento para um cristão?