sábado, 29 de maio de 2010

Como soldado de Cristo


1 Tu, pois, filho meu, fortifica-te na graça que está em Cristo Jesus.  2 E o que de minha parte ouviste através de muitas testemunhas, isso mesmo transmite a homens fiéis e também idôneos para instruir a outros.  3 Participa dos meus sofrimentos como bom soldado de Cristo Jesus”. 2 Timóteo 2.1-3

Hoje pela manhã, em minha leitura diária me deparei com este texto maravilhoso que o apóstolo Paulo escreveu destinado à Timóteo e algumas coisas me chamaram a atenção.

Primeiro, pela forma carinhosa e especial que o apóstolo Paulo trata a Timóteo, ele usa a expressão: “filho meu”. O apóstolo Paulo demonstra isso por mais 3 vezes referindo-se a Timóteo e usa a mesma estrutura. Na apresentação das cartas e depois quando passa a Timóteo o seu dever ou missão.

  þ  APRESENTAÇÃO: Em 1 Timóteo 1.2  “Timóteo meu verdadeiro filho na fé...”;  DEVER: Em 1 Timóteo 1.18-19  18 Este é o dever de que te encarrego, ó filho Timóteo, segundo as profecias de que antecipadamente foste objeto: combate, firmado nelas, o bom combate,  19 mantendo fé e boa consciência, porquanto alguns, tendo rejeitado a boa consciência, vieram a naufragar na fé”.
       þ  APRESENTAÇÃO: 2 Timóteo 1.2  “...ao amado filho Timóteo” e  o DEVER: em  2 Timóteo 2.1-3 (texto acima).

quarta-feira, 26 de maio de 2010

“Penso, logo existo”


“Ora, a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem”. Hebreus 11.1

A existência de Deus sempre foi motivo de questionamentos, não apenas hoje, mas desde os tempos longínquos, de modo especial nos tempos modernos. O homem busca a certeza absoluta para a sua própria existência. Mas Onde encontrá-la?

Umas das frases mais conhecidas de todos os tempos, “Penso, logo existo” dita e idealizada por René Descartes (1596-1650). Que no Discurso de método procurou novos caminhos para encontrar a certeza absoluta. Que de certa forma, obrigou-nos através de sua filosofia, a refletir criticamente sobre a questão da existência de Deus, a relação entre fé e razão, entre teologia, filosofia e ciências. Embora a filosofia seja tão mal entendida e diria que até repudiada por muitos, vale a pena algumas análises.

“Notei que, enquanto assim queria pensar que tudo era falso, era necessário que eu, que pensava, fosse alguma coisa. E notando que esta verdade, penso, logo sou, era tão firme e tão segura que as mais extravagantes suposições dos céticos não podiam abalá-la, julgava que podia aceitá-la, sem escrúpulo, como princípio da filosofia que buscava”. (Descartes, Discurso do método, 4)

sábado, 22 de maio de 2010

Disciplina dói, mas Educa!


“Meu filho, não rejeites a disciplina do SENHOR, nem te canses da sua repreensão”. (Provérbios 3.11)

Lendo este versículo é muito fácil me lembrar das muitas e muitas surras e broncas que levei dos meus pais ao fazer algo errado ou perigoso. É óbvio que ser alvo de uma correção assim não é nada fácil de aceitar, até porque normalmente nos sentimos diminuídos e muitas vezes injustiçados, isso quando não nos rebelamos principalmente se erramos tentando fazer o que achamos que é o correto ou tendo boa vontade e assim temos a tendência e o “topete” de pedir que amoleçam a bronca levando em conta nossas “boas intenções”, no entanto se formos sinceros boa parte das disciplinas foram realmente justa.

O caráter corretivo da repreensão só é eficaz quando nos leva à reflexão. Como isso acontecerá se nada nos incomodar? Se a ferida não for tocada? Como interiorizaremos que aquela maneira de pensar e agir não deve mais ser praticada se o resultado dela não doer para ser lembrada? Ou seja, Como vamos aprender se rejeitarmos e desprezarmos a disciplina e a repreensão?


Estava vendo um jornal essa semana e a reportagem era: “O congresso nacional discute um projeto que proíbe a aplicação de castigos físicos, moderados ou não, nos filhos, mesmo que a punição tenha caráter pedagógico”. Na prática seria o fim da tal "palmadinha educativa". Os pais que desobedecerem a lei podem ser obrigados a fazer tratamento psicológico ou psiquiátrico, junto com as crianças. Neide Noffs, psicopedagoga garante que palmada não educa crianças ela diz que o diálogo é a melhor solução para criar os filhos. Para ela, castigar ou gritar também não resolvem.

Este pensamento vai contra o que a Bíblia ensina sobre a correção dos filhos, e nós como filhos de Deus temos que fazer diferente do que o mundo vem pregando. Sou extremamente contra "bater" de qualquer forma e com qualquer coisa, isso é espancar e não disciplinar, sou a favor da correção conforme a Bíblia ensina, leia:
  • “Odeia seu filho quem o poupa da vara, mas quem o ama o disciplina no tempo certo” (Provérbios 13.24).
  • “A tolice está ligada ao coração da criança, mas a vara da disciplina a afastará dela” (Provérbios 22.15).
  • “A vara e a disciplina dão sabedoria, mas a criança entregue a si mesma vem a envergonhar a sua mãe” (Provérbios 29.15).
Outra forma da sabedoria representada no livro de Provérbios é a repreensão ou correção. Aquele que corrige ensina a Sabedoria e aquele dá ouvido torna-se sábio. O escritor aos Hebreus fala desta disciplina (citando este versículo) e nos incentiva a olhar este processo de correção com outros olhos. Ao invés de ficarmos tristes por sermos corrigidos devemos ficar alegres, pois a correção é uma evidência de um Pai amoroso cuidando e dando atenção aos atos de seu filho.

Hebreus 12.5-11 5 e estais esquecidos da exortação que, como a filhos, discorre convosco: Filho meu, não menosprezes a correção que vem do Senhor, nem desmaies quando por ele és reprovado;  6 porque o Senhor corrige a quem ama e açoita a todo filho a quem recebe.  7 É para disciplina que perseverais (Deus vos trata como filhos); pois que filho há que o pai não corrige?  8 Mas, se estais sem correção, de que todos se têm tornado participantes, logo, sois bastardos e não filhos.  9 Além disso, tínhamos os nossos pais segundo a carne, que nos corrigiam, e os respeitávamos; não havemos de estar em muito maior submissão ao Pai espiritual e, então, viveremos?  10 Pois eles nos corrigiam por pouco tempo, segundo melhor lhes parecia; Deus, porém, nos disciplina para aproveitamento, a fim de sermos participantes da sua santidade.  11 Toda disciplina, com efeito, no momento não parece ser motivo de alegria, mas de tristeza; ao depois, entretanto, produz fruto pacífico aos que têm sido por ela exercitados, fruto de justiça”.

Devemos também lembrar-nos que a correção do Senhor pode vir de diversas maneiras e por diversas pessoas. Se tivermos um coração aberto a ouvir, examinar e corrigir nossos caminhos, nós experimentaremos a sabedoria do Senhor crescendo em nós e provaremos do seu cuidado e orientação. Fiquemos atentos!

Oração
“Pai Amado e pai Querido, muito obrigado pelas correções e disciplinas, tanto de nossos pais terrenos como vindas do Senhor, pois desta forma serei sábio. Perdoe-me por tantas vezes ser orgulhoso e não querer dar ouvido à Tua correção. Ajude-me a cada dia ser melhor servo e filho para honra e glória do Teu Santo nome. Amém!”.

No amor de Cristo,

Pr Paulo Berberth

sábado, 15 de maio de 2010

Santidade do Cristão


1Finalmente, irmãos, nós vos rogamos e exortamos no Senhor Jesus que, como de nós recebestes, quanto à maneira por que deveis viver e agradar a Deus, e efetivamente estais fazendo, continueis progredindo cada vez mais;  2 porque estais inteirados de quantas instruções vos demos da parte do Senhor Jesus.  3 Pois esta é a vontade de Deus: a vossa santificação, que vos abstenhais da prostituição;  4 que cada um de vós saiba possuir o próprio corpo em santificação e honra5 não na paixão dos desejos da carne, como os gentios que não conhecem a Deus;  6 e que, nesta matéria, ninguém ofenda nem defraude a seu irmão; porque o Senhor, contra todas estas coisas, como antes vos avisamos e testificamos claramente, é o vingador,  7 porque Deus não nos chamou para a impureza, e sim para a santificação.  8 Portanto, quem rejeita estas coisas não rejeita o homem, e sim a Deus, que também vos dá o seu Espírito Santo. (1 Tessalonicenses 4.1-8)

Partirei do princípio que somos SANTOS por causa da salvação que temos pela Graça de Deus e mediante a Fé na obra salvífica realizada por Jesus Cristo na Cruz. Ou seja, Deus nos Santifica, nos torna Santos. Agora eu posso ser Santo e não viver em Santidade?

Normalmente quando falamos de Santidade já nos vem à mente apalavra “Pureza” e logo em seguida pensamos na área “sexual”. No entanto Santidade não se limita nesta área apenas, pelo contrário é bem abrangente.

Viver em Santidade é a forma prática que o cristão pode demonstrar o temor e obediência ao Senhor. Todavia para Viver em Santidade requer mudança de mentalidade, produzindo frutos dessa transformação (conversão, arrependimento) é a tal Metanoia, palavra usada por Jesus em Mateus 3.8 “Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento”. Sem essa transformação de mente o viver do cristão não será evidenciado como um viver Santo.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Influências


“E não vos amoldeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus”.  Romanos 12.2

Você é Uma Pessoa Influenciável? 
Sim ou não?
Fiz essa pergunta para 100 pessoas e o resultado foi esse:
þ  34 responderam SIM
þ  66 responderam NÃO

Não entrei no mérito se a influencia é positiva ou negativa, apenas se a pessoa é ou não influenciada. A maioria quis justificar o porquê da resposta (principalmente quem respondeu o NÃO). Confesso que foi muito divertido observar como as pessoas têm a tendência de não reconhecermos o óbvio. A meu ver, é no mínimo ingênuo alguém pensar ou afirmar que não é influenciado, embora boa parte das pessoas resistem em admitir que SIM, pois acreditam que ser influenciado é sinônimo fraqueza e que isso acontecem com pessoas sem personalidade.