sábado, 25 de abril de 2015

Pagando SEMPRE uma dívida, o Amor


Pagando SEMPRE uma dívida, o Amor

“Não devam nada a ninguém, a não ser o amor de uns pelos outros, pois aquele que ama seu próximo tem cumprido a lei” (Romanos 13.8).

Dentre muitas coisas difíceis para o ser humano, amar o próximo é uma delas. Mas podemos afirmar que é ao mesmo tempo a ação mais complexa, a mais simples e a mais sublime de todas.

Complexa. Porque é difícil amar quem nos faz mal. Amar quem nos ama é fácil. Contudo, todo cristão sabe que amar é necessário, o problema mesmo é cumprir este mandamento do Senhor e para cumpri-lo é necessário vencer alguns obstáculos, como o orgulho, a soberba, a falta de perdão, de misericórdia e compaixão, o ciúmes, a insegurança, a procrastinação, o perfeccionismo, o egoísmo, a ira, o ódio, a raiva, a imaturidade e outros sentimentos que impedem o fluir do amor de Deus.
 
Simples. Porque simplesmente temos que amar. O amor é o vínculo da perfeição e ele nos constrange a amar, até porque nós só amamos porque ELE (Jesus) nos amou primeiro. A palavra de Deus diz que “quem não ama o próximo não conhece a Deus” (1Jo 3.8). Para o cristão, não lhe resta outra opção a não ser o AMAR. Temos de amar independente das circunstancias, independente se a pessoa merece ou não, se ela nos faz o bem ou o mal, independente se nos damos bem com esta pessoa ou não. Tenho que amar, isso não depende do outro, sempre de mim.

Sublime. Porque esta é a vontade de Deus para seus filhos, leia João 15.12-14. Amar é obedecer o mandamento de Jesus. Mas o amor que vem de Deus é verdadeiro, sincero, abnegado, incondicional e altruísta.

Esta é a dívida que sempre temos de pagar uns aos outros, O AMOR.


No amor de Cristo, Pr Paulo Berberth

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Pr Paulo Berberth