Não Cave Cisternas Rotas
📖 Jeremias 2.13: “Porque dois males cometeu o meu povo: a mim me deixaram,
o manancial de águas vivas, e cavaram cisternas, cisternas rotas, que não retêm
as águas” ARA
Deus é criativo, e em sua criatividade, Deus usa o profeta Jeremias para
anunciar as Suas Palavras ao Povo. Dois Males eles fizeram contra Deus.
1º Eles desprezaram o “manancial”, a “fonte” de água viva. E em 2º Eles fizeram
“cisternas rotas”. Eles desprezaram o verdadeiro, o bom, o suficiente e o
eficiente, por algo falso, ruim, ineficiente e imprestável.
Deus se apresenta como a fonte da vida, da aliança e da provisão
contínua. Agora, reflita comigo: Quais as implicações do erro do povo?
Abandonar o Senhor não é apenas desobediência, mas autossabotagem
espiritual. A apostasia aqui não é apenas idolatria formal, mas a troca da
dependência relacional por uma autonomia ilusória. Veja bem...
“O problema não é apenas trocar Deus por algo errado, mas trocar o
suficiente pelo insuficiente, o eterno pelo temporário, o vivo pelo inerte,
trocar o Manancial por cisternas rotas”.
Para a cultura contemporânea, podemos dizer que vivemos a era de várias
cisternas modernas, como: Teologias heréticas; Autoajuda sem Deus e sem a Sua
Palavra no discurso; Humanismo; Espiritualidade sem arrependimento; e uma Fé
utilitarista e consumidora; Em todos os casos, o resultado é o mesmo: Sede
espiritual permanente.
Jeremias 2.13 nos confronta com uma pergunta inevitável: De onde
estamos bebendo? Qual tem sido a nossa fonte?
Deus continua sendo o manancial de águas vivas. O chamado do texto não é
apenas ao arrependimento do pecado, mas ao retorno à fonte. Toda tentativa de
viver longe dessa fonte resulta em vazio, frustração e morte espiritual. Abandonar
a Deus nunca é ganho; é sempre perda.
No amor de Cristo, Pr Paulo Berberth

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