Quem diria? Já estamos no final de mais um ano e com ele aquele misto de alívio, gratidão e reflexão. Foram meses marcados por bênçãos, lutas, conquistas e também perdas. Tivemos vitórias e derrotas, ganhos e prejuízos, mas, em todas essas coisas, permanecemos firmes na certeza de que Deus esteve à nossa frente. Chegamos até aqui pela graça do Senhor e a sensação de que o tempo passou rápido demais.
Todo encerramento de ano costuma seguir um
roteiro conhecido: fazemos balanços, avaliamos o que passou e traçamos novos
desafios para o que está por vir. Em seguida, corremos atrás das metas e, ao
final de mais um ciclo, repetimos o processo. Não sou contra esse exercício;
pelo contrário, ele é necessário. O ser humano sem alvos e sem desafios tende à
acomodação. Metas nos impulsionam a lutar, crescer e amadurecer.
Alguns conseguem alcançar seus objetivos,
outros ficam pelo caminho. Há também aqueles que começam bem, com entusiasmo e
boas ideias, mas enfrentam dificuldades para concluir o que iniciaram. Ainda
assim, não podemos desanimar. A Palavra nos chama à perseverança.
O apóstolo Paulo é um exemplo marcante de
alguém que viveu com propósito e foco. Ele declarou: “Em nada considero a vida preciosa para mim mesmo, contanto que
complete a minha carreira e o ministério que recebi do Senhor Jesus, para
testemunhar o evangelho da graça de Deus” (Atos 20.24). Anos depois, ao final da vida,
pôde afirmar: “Combati o bom combate,
completei a carreira, guardei a fé” (2Timóteo 4.7). Infelizmente, muitos parecem
viver o inverso de Paulo. Por isso, pergunto: quais são os seus alvos? Quais
desafios você deseja enfrentar com Deus no próximo ano?
Que os nossos sonhos, planos e esforços sejam
para a honra e glória do Senhor, visando o Reino de Deus, a edificação da
Igreja e o crescimento da nossa fé, caráter, dons e talentos, sob a ação do
Espírito Santo.
No amor de Cristo, Pr Paulo Berberth
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