quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Quando o Silêncio é Suficiente

QUANDO O SILÊNCIO É SUFICIENTE

Jó, diante dos seus “amigos”, pedindo um julgamento justo, fica evidente que trata-se de uma frase é indiscutivelmente verdadeira:

-- Ah! Antes ficásseis totalmente calados, pois assim passaríeis por sábios (Jó 13.5)

Diga-me: Quando o silêncio é suficiente?

Nós temos uma incontrolável necessidade de falar, embora o momento peça que nos calemos para ouvir. Nós temos uma imperiosa urgência de se explicar, quando o momento não exige explicação, explicação que não temos para dar, que não tem necessidade, quanto mais palavras, mais complicações! Temos uma perigosa paixão por controlar situações, enquanto sabemos muito bem quem está no controle.

E numa hora em que os amigos de Jó deviam ficar calados porque não sabiam a razão do sofrimento do amigo, desembestaram a falar besteiras. O silêncio é para os sábios, “Até mesmo o estulto, o tolo quando se cala, é tido por sábio...” (Provérbios 17.28). Eles não aprenderam que o silêncio é de ouro, a dolorosa experiência deles deve nos ensinar que "como maçãs de ouro em salvas de prata, assim é a palavra dita na hora certa" (Provérbios 25.11).

Portanto, quando um amigo chora a morte de uma pessoa querida, um abraço vale mais que mil palavras. Quando um amigo quer contar a sua dor, um ouvido é mais que suficiente. Pense nisso!


No amor de Cristo, Pr Paulo Berberth

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