quarta-feira, 10 de abril de 2013

Pensou, está no coração!


Pensou, está no coração!
Mensagem do dia 10/04/2013 (Quarta-feira) 
Igreja Batista Central em Toledo

 “Guarda com toda a diligencia teu coração, porque dele procedem às fontes da vida”.
Outra versão: “Tenha cuidado com o que você pensa, pois sua vida é dirigida pelos pensamentos” NTLH (Provérbios 4.23).

Introdução
Não sei o que você acha, mas eu creio que a nossa mente e pensamentos, são essenciais para nossas decisões do dia a dia. Jesus sendo Deus e tendo como um de seus atributos a onisciência, sabe todas as coisas, portanto sabe o que se passa em nossos corações e sabe da importância do que está dentro dele, como Salomão disse “... porque dele procedem às fontes da vida”. Por isso, Jesus nos ensinou uma valiosa lição quando reinterpretou a lei de Moisés, Ele usava as expressões: “Ouvistes que foi dito aos antigos... Eu porém vos digo...”. No evangelho de Mateus aparecem 8 vezes. Por exemplo: 1 A lei proibia matar: “Não matarás” (Ex 20.13). Jesus, porém disse: “... todo aquele que se encolerizar (irar) contra seu irmão, será réu de juízo; e quem lhe disser: Tolo, será réu do fogo do inferno” (Mt 5.22). 2 A Lei dizia: “Não Adulterarás” (Ex 20.14). Jesus, porém, disse: “... qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura, no coração, já adulterou com ela” (Mt 5.28). E assim se seguem os outros exemplos.

Se a lei mosaica proibia o assassinato, Jesus proibiu o ódio. É o ódio que produz o assassinato. Se a lei proibia o adultério, Jesus proibiu a intenção impura (o desejar). Pois é o desejo que produz o adultério. O Senhor Jesus não proibiu apenas o ato, ele foi mais profundo, foi às intenções. E onde estão as intenções? No coração, é claro! Sua exortação é uma exigência para a pureza moral do coração. É o pensamento que gera o ato: “A boca fala do que o coração está cheio” (Mt 12.34).

Posso não matar uma pessoa fisicamente, com receio das consequências, com medo da reputação, com medo de perder a minha liberdade, porque posso ser preso, mas se odeio tal pessoa, pergunto: Que virtude houve? Nenhuma! Que diferença há? Nenhuma! Neste caso, posso não ter feito o mal literalmente falando (matar), mas o fiz em pensamento, neste caso, seria eu um assassino? Sim sou! O apóstolo João entendeu isso perfeitamente ao escrever: “Aquele que odeia seu irmão é assassino” 1João 3.15a. Pergunto outra vez: Que virtude houve? Não mato fisicamente, mas mato a pessoa em meu coração. Logo, sou um assassino!

Romanos 12.9-10: 9 O amor seja sem hipocrisia. Detestai o mal, apegando-vos ao bem. 10 Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros”.

Meus pensamentos determinam minhas ações. Encha-se de lixo e tudo que produzirá será... Lixo!

“Semeias um pensamento, colhes um ato.
Semeias um ato, colhes um hábito.
Semeias um hábito, colhes um caráter.
Semeias um caráter, colhes um destino”.

Guardemos nossos corações e o examinemos diante de Deus com sinceridade, não permitamos que o orgulho tente camuflar nosso verdadeiro pensamento, até porque Deus nos conhece perfeitamente. Pensemos naquilo que pensamos, assim nós pensaremos no que realmente está em nossos corações. Pense nos teus pensamentos, pense nas tuas intenções, nas tuas reais motivações, examine a sua vida, examine o seu padrão de julgamento alheio, avalie seu amor ao próximo. Quer uma dica? Leia...

“Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento” (Filipenses 4.8).

No amor de Cristo, Pr Paulo Berberth

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Pr Paulo Berberth