quarta-feira, 29 de junho de 2011

SENHOR, ensina-nos a orar II


Mensagem do dia 29/06/2011 (quarta-feira) 

Eis o primeiro passo: envolvimento pessoal com o Pai. Ele espera por seus filhos, Ele deseja que seus filhos o busquem e queiram ter este relacionamento com ELE.

A segunda lição que aprendemos é...
      II.  O valor da PERSISTÊNCIA diante do Pai.

Lucas 11.5-8: 5 Disse-lhes ainda Jesus: Qual dentre vós, tendo um amigo, e este for procurá-lo à meia-noite e lhe disser: Amigo, empresta-me três pães,  6 pois um meu amigo, chegando de viagem, procurou-me, e eu nada tenho que lhe oferecer.  7 E o outro lhe responda lá de dentro, dizendo: Não me importunes; a porta já está fechada, e os meus filhos comigo também já estão deitados. Não posso levantar-me para lhe dar;  8 digo-vos que, se não se levantar para dar-lhes por ser seu amigo, todavia, o fará por causa da importunação e lhe dará tudo o de que tiver necessidade”.

A sociedade em que Jesus vivia, as famílias moravam em pequenas comunidades e quando um visitante chegava ao povoado, uma casa deveria hospedá-lo com honra e dar-lhe água para lavar os pés e oferecer-lhe uma boa refeição. Deixar de fazer isso era sinal de profundo desrespeito do anfitrião. Na Bíblia existem diversas histórias de pessoas que hospedaram viajantes, inclusive estranhos.

Esse era pano de fundo da cultura oriental nos tempos de Jesus e nos ajuda a entender melhor a parábola que Ele contou. O que nos chama a atenção logo de cara é sobre a importância da persistência da oração. O vizinho importuno sabia que a família já estava dormindo e sabia que atender sua necessidade era bem mais importante do que ficar deitado no conforto de sua cama com seus filhos, sabia que ele não poderia negar-lhe ajuda. Então o homem resolveu atender o seu pedido por causa da persistência do vizinho.

A experiência na vida de oração deve, da mesma forma, proporcionar uma consciência sobre o amor de Deus por nós. Foi como no caso da parábola do juiz injusto (Lucas 18.1-8) quando a viúva o importunou para que julgasse sua causa e ali aprendemos a mesma lição, a importância da persistência na oração, se o juiz sendo injusto atendeu aquela viúva, Deus não há de nos atender?

1 Tessalonicenses 5.17: "Orai sem cessar".

Que confiança tenho tido no amor e provisão de Deus? Tenho sido persistente em minhas orações? Ou tenho desistido facilmente? Confie, Deus sempre responderá suas orações mesmo que as respostas não sejam exatamente o que quer ouvir, creia Ele está no controle de todas as coisas.

No amor de Cristo,

Pr Paulo Berberth


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